Identifique por que a criança recusa alimentos e saiba qual protocolo aplicar em casos de rigidez, repertório restrito, aversão sensorial, ansiedade e dificuldade de introduzir novos alimentos.

Material clínico para profissionais que atendem crianças com TEA e precisam conduzir a seletividade alimentar com mais clareza, critério e segurança.
A recusa pode estar ligada à textura, cheiro, cor, temperatura, rigidez por marca, medo, experiências anteriores ou padrões familiares que reforçam a fuga.
Por isso, antes de insistir ou trocar o alimento, o profissional precisa entender:
É a partir dessa resposta que o material organiza a intervenção.
Para profissionais que atendem crianças que aceitam poucos alimentos, recusam novidades, evitam texturas, rejeitam cheiros, dependem de marcas específicas ou apresentam rigidez alimentar.
Para avaliar repertório alimentar, orientar famílias e apoiar a ampliação gradual.
Para trabalhar comportamento, ansiedade, rigidez, vínculo alimentar e orientação familiar.
Para atuar com processamento sensorial, tolerância, regulação e exposição gradual.
Para apoiar casos que envolvem alimentação, funções orais, desenvolvimento e rotina alimentar.
Tudo organizado conforme a função da recusa alimentar.
Ajuda a diferenciar recusa sensorial, emocional, comportamental, familiar, baixa exposição e sinais de risco clínico.
Você entende o que mantém a seletividade e escolhe uma conduta mais coerente.
Cada protocolo mostra quando avançar, quando reduzir exigência e como preservar segurança.
Ajuda a manter coerência fora da sessão e reduzir padrões que reforçam a recusa.
Um guia prático para conduzir Seletividade Alimentar no TEA com base psiconutricional, sensorial, comportamental e familiar. O material principal é organizado em 5 partes:

Para entender o que pode sustentar a seletividade alimentar.
Para identificar a função predominante da recusa.
Para observar o que acontece antes, durante e depois da recusa.
Para aplicar intervenções conforme o tipo de demanda clínica.
Para saber por onde começar em casos de textura, rigidez, ansiedade, repertório restrito e regressões.
Os protocolos não são uma lista solta de atividades. Eles foram organizados em módulos clínicos para ajudar você a escolher a melhor conduta conforme a função da seletividade alimentar.
Mapeamento da recusa, alimentos seguros, escala de tolerância, registro ABC e classificação da função.
Protocolos para tolerância visual, olfativa, tátil, oral e exposição sensorial gradual.
Protocolos para regulação pré-alimentar, controle compartilhado, experiências negativas e recusa intensa.
Protocolos para variação de marca, apresentação, alimento seguro, textura e famílias sensoriais.
Protocolos para reforço de aproximações, modelagem, microdegustação e autonomia alimentar.
Protocolos para orientar cuidadores, generalizar ganhos e manejar regressões.
Clique em uma situação comum de seletividade alimentar e veja uma amostra de como os protocolos são organizados no material.
Quando a criança evita alimentos pela textura, temperatura ou sensação ao toque.
Apresentar o alimento sem exigência de comer, começar pela observação, usar colher ou outro intermediário para aproximação e avançar para o toque apenas quando houver tolerância.
Quando a criança aceita apenas uma marca, embalagem, formato, prato ou apresentação específica.
Manter o alimento seguro como referência e introduzir uma variação mínima por vez, como embalagem, prato, corte ou posição no prato, sem mudar sabor, textura e temperatura ao mesmo tempo.
Quando a criança chora, foge, fecha a boca, empurra o prato ou apresenta tensão intensa diante do alimento.
Reduzir a exigência, não forçar contato oral, voltar para uma etapa anterior de tolerância e reforçar sinais de regulação, como permanecer, olhar ou aceitar o alimento no ambiente.
No material completo, cada protocolo traz passo a passo, critérios de avanço e recuo, erros a evitar e orientação familiar.
Ferramentas extras para avaliar, planejar, registrar e orientar a família durante o processo.
Bônus 1Instrumentos prontos para mapear seletividade, gatilhos, repertório e função da recusa.
Bônus 2Roteiros práticos de introdução gradual de alimentos, prontos para aplicar.
Bônus 3Modelos profissionais em PDF para registro, observações e devolutivas.
Bônus 4Scripts de comunicação e estratégias simples para aplicar em casa, com adesão real.
Feedback dos compradores resumido por IA: simples de aplicarexcelente para uso clínicofácil de seguirperfeito para o dia a dianunca vi nada igual
Pagamento seguro · Garantia de 7 dias
Você tem até 7 dias para conhecer e usar o material. Se for diferente do que esperava, é só solicitar a devolução — sem burocracia.
“Eu já atendia crianças com seletividade alimentar, mas muitas vezes sentia dificuldade em organizar o processo sem parecer que estava forçando a criança. O material me ajudou a conduzir com mais segurança, respeitando o tempo dela e entendendo melhor os fatores sensoriais e emocionais envolvidos.”

“O que mais me ajudou foi ter um passo a passo claro. Antes eu entendia a teoria, mas na prática ficava insegura sobre por onde começar, como orientar a família e como registrar a evolução. Os protocolos trouxeram mais direção para os atendimentos.”

“Gostei porque o material não trata a seletividade alimentar como ‘birra’ ou falta de tentativa. Ele olha para a criança de forma mais ampla, considerando ansiedade, sensibilidade sensorial, rotina e vínculo com o alimento. Isso fez muita diferença na forma como conduzo minhas intervenções.”

“Eu precisava de algo mais aplicável para conversar com os pais, porque muitas famílias chegam cansadas, frustradas e sem saber o que fazer. Os roteiros e orientações me ajudaram a explicar o processo com mais clareza, sem culpabilizar a família e sem prometer resultado imediato.”

Não. A proposta principal é prática. O material traz uma matriz para identificar a função da recusa alimentar e 30 protocolos organizados por tipo de demanda clínica, com passo a passo, critérios de avanço, recuo e orientação familiar.
Eles servem como apoio para casos de seletividade alimentar no TEA, mas devem ser adaptados ao perfil da criança e à área de atuação do profissional. Em casos de disfagia, engasgos frequentes, baixo peso, dor, refluxo importante ou risco clínico, é necessário acompanhamento multiprofissional.
O material traz a Matriz da Recusa Alimentar e trilhas rápidas por tipo de caso para ajudar você a identificar se a recusa é mais sensorial, emocional, comportamental, familiar ou relacionada à baixa exposição.
Não. O material pode apoiar nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e profissionais do neurodesenvolvimento, respeitando os limites técnicos de cada área.
Sim. O acesso é liberado após a confirmação do pagamento e inclui o material principal mais os bônus complementares em PDF.
30 protocolos práticos + 4 bônus + acesso vitalício, por um pagamento único de R$ 37,90.
SIM! QUERO ACESSAR O MATERIAL COMPLETO!